Piorou!!!!
Roupa da Lua:
Lua terminou de se arrumar, pegou suas coisas e ele a levou pra casa da Mel.
Lua: Se precisar de alguma coisa pode me chamar ok? (estava virada de frente pra ele no banco do passageiro)
Arthur: Obrigado pela força que você ta me dando. (sorriu acariciando o rosto dela)
Lua: Não precisa agradecer. Não gosto de te ver sofrer.
Arthur: Eu te amo.
Lua: Eu também te amo. (sorriu) Vou lá falar com a Mel pra ela me ajudar com as coisas. (saiu do carro e quando ia tocar a campainha a porta abriu) Virou vidente foi?
Mel: Não, vim trazer meu namorado até a porta. (de mão dada com Chay)
Lua: Oi Chay. (sorriu pro amigo) Mel me ajuda a pegar minhas coisas, o Arthur precisa voltar pro hospital.
Mel: Ok. (foi até o carro) Oi Arthur. (sorriu pra ele) Como você ta?
Arthur: Depende do que.
Mel: Como assim?
Arthur: Se for em relação ao meu pai, to bem por ele ter melhorado mas não muito. E se for em relação a nós dois. (saiu do carro e abraçou Lua pro trás) Eu to perfeito.
Mel: Vocês voltaram?
Arthur: Sim. Minha pequena me perdoou. (sorriu feliz)
Chay: Aee. Já tava na hora.
Arthur: Também acho.
Lua: Ajuda logo. A Márcia deve ta querendo descansar. (pegou algumas coisas no porta-malas e levou pra dentro da casa da Mel, e foi seguida pelos três)
Mel: Só isso?
Lua: Só, vou ficar duas semanas não dois meses.
Arthur: Se fosse a Sophia já teria enchido a sala.
Chay: É mesmo.
Lua: Vamos logo Thur. A Márcia deve ta cansada. (puxando ele pela mão)
Arthur: Vamos?
Lua: Sim eu vou também, não quero deixar meu bebê sozinho.
Arthur: (sorriu pra ela) Não precisa pequena.
Lua: Lógico que precisa. (puxou ele pela mão) Mais tarde eu volto Mel. (mandou um beijo no ar e foi com Arthur pro hospital)
Lua: Se precisar de alguma coisa pode me chamar ok? (estava virada de frente pra ele no banco do passageiro)
Arthur: Obrigado pela força que você ta me dando. (sorriu acariciando o rosto dela)
Lua: Não precisa agradecer. Não gosto de te ver sofrer.
Arthur: Eu te amo.
Lua: Eu também te amo. (sorriu) Vou lá falar com a Mel pra ela me ajudar com as coisas. (saiu do carro e quando ia tocar a campainha a porta abriu) Virou vidente foi?
Mel: Não, vim trazer meu namorado até a porta. (de mão dada com Chay)
Lua: Oi Chay. (sorriu pro amigo) Mel me ajuda a pegar minhas coisas, o Arthur precisa voltar pro hospital.
Mel: Ok. (foi até o carro) Oi Arthur. (sorriu pra ele) Como você ta?
Arthur: Depende do que.
Mel: Como assim?
Arthur: Se for em relação ao meu pai, to bem por ele ter melhorado mas não muito. E se for em relação a nós dois. (saiu do carro e abraçou Lua pro trás) Eu to perfeito.
Mel: Vocês voltaram?
Arthur: Sim. Minha pequena me perdoou. (sorriu feliz)
Chay: Aee. Já tava na hora.
Arthur: Também acho.
Lua: Ajuda logo. A Márcia deve ta querendo descansar. (pegou algumas coisas no porta-malas e levou pra dentro da casa da Mel, e foi seguida pelos três)
Mel: Só isso?
Lua: Só, vou ficar duas semanas não dois meses.
Arthur: Se fosse a Sophia já teria enchido a sala.
Chay: É mesmo.
Lua: Vamos logo Thur. A Márcia deve ta cansada. (puxando ele pela mão)
Arthur: Vamos?
Lua: Sim eu vou também, não quero deixar meu bebê sozinho.
Arthur: (sorriu pra ela) Não precisa pequena.
Lua: Lógico que precisa. (puxou ele pela mão) Mais tarde eu volto Mel. (mandou um beijo no ar e foi com Arthur pro hospital)
Chegaram ao hospital e logo foram pra sala de espera se encontrar com Márcia.
Arthur: Aconteceu alguma coisa? (vendo o rosto dela preocupado)
Márcia: Na verdade não sei. Acho que sim.
Arthur: O que?
Márcia: Não sei. Eu tava no quarto com ele e um aparelho começou apitar e me tiraram do quarto. O medico e uns enfermeiros entraram e até agora não saíram de lá. E não me falam nada. (limpou uma lagrima que escorreu e foi abraçada por Arthur)
Arthur: Calma. (abraçou mais forte sentindo as lagrimas caírem também) Vai pra casa e descansa um pouco, você ta precisando. Não ficou muito tempo, mas muita coisa aconteceu, vai, quando tiver noticias eu te aviso.
Márcia: Não eu quero ficar. Preciso saber como ele esta. (olhou pra Arthur)
Arthur: Primeiro fica calma ok?! Você ficar aqui não vai adiantar nada, só vai te deixar mais nervosa. Você precisa se acalmar. À noite você volta e ficamos nos dois ok? (deu um beijo na testa dela)
Márcia: Eu não quero ir.
Arthur: Por favor, Márcia. Eu já até chamei um taxi porque desde que soubemos o que aconteceu você ta muito nervosa e não ia deixar você dirigir assim. Agora vejo que fiz a coisa certa. Daqui a pouco o taxi ta aí e você vai pra casa descansar.
Márcia: Menino Arthur eu não...
Arthur: É serio Márcia. Você vai pra casa. Não quero que você fique mal. Descansa um pouco.
Márcia: Ok. (suspirou) Mas antes das oito da noite eu to aqui.
Arthur: Ok. (deu mais um beijo na cabeça dela e suspirou) Vai lá.
Márcia: Tchau. (falou pros dois e foi pra entrada do hospital esperar o taxi)
Arthur: Aconteceu alguma coisa? (vendo o rosto dela preocupado)
Márcia: Na verdade não sei. Acho que sim.
Arthur: O que?
Márcia: Não sei. Eu tava no quarto com ele e um aparelho começou apitar e me tiraram do quarto. O medico e uns enfermeiros entraram e até agora não saíram de lá. E não me falam nada. (limpou uma lagrima que escorreu e foi abraçada por Arthur)
Arthur: Calma. (abraçou mais forte sentindo as lagrimas caírem também) Vai pra casa e descansa um pouco, você ta precisando. Não ficou muito tempo, mas muita coisa aconteceu, vai, quando tiver noticias eu te aviso.
Márcia: Não eu quero ficar. Preciso saber como ele esta. (olhou pra Arthur)
Arthur: Primeiro fica calma ok?! Você ficar aqui não vai adiantar nada, só vai te deixar mais nervosa. Você precisa se acalmar. À noite você volta e ficamos nos dois ok? (deu um beijo na testa dela)
Márcia: Eu não quero ir.
Arthur: Por favor, Márcia. Eu já até chamei um taxi porque desde que soubemos o que aconteceu você ta muito nervosa e não ia deixar você dirigir assim. Agora vejo que fiz a coisa certa. Daqui a pouco o taxi ta aí e você vai pra casa descansar.
Márcia: Menino Arthur eu não...
Arthur: É serio Márcia. Você vai pra casa. Não quero que você fique mal. Descansa um pouco.
Márcia: Ok. (suspirou) Mas antes das oito da noite eu to aqui.
Arthur: Ok. (deu mais um beijo na cabeça dela e suspirou) Vai lá.
Márcia: Tchau. (falou pros dois e foi pra entrada do hospital esperar o taxi)
Arthur: Eu já volto meu amor, vou ver se alguém sabe de alguma coisa. (foi perguntar pra um enfermeiro)
Lua suspirou e sentou na cadeira. Sabia que Arthur estava mal e isso a deixava do mesmo jeito. Viu quando ele voltava em sua direção com uma cara nada boa.
Lua: (levantou) O que foi?
Arthur: Nada, eles não sabem de nada. Ninguém sabe o que ta acontecendo e nem quando vão me dar noticias. (suspirou cansado e triste)
Lua: Calma bebê. (começou uma massagem nos ombros dele) Você ficar assim não vai adiantar nada. (deu um selinho nele)
Arthur: Eles têm que me falar o que aconteceu. (preocupado)
Lua: Calma, daqui a pouco eles vêm aqui e falam o que aconteceu. Ok?
Lua suspirou e sentou na cadeira. Sabia que Arthur estava mal e isso a deixava do mesmo jeito. Viu quando ele voltava em sua direção com uma cara nada boa.
Lua: (levantou) O que foi?
Arthur: Nada, eles não sabem de nada. Ninguém sabe o que ta acontecendo e nem quando vão me dar noticias. (suspirou cansado e triste)
Lua: Calma bebê. (começou uma massagem nos ombros dele) Você ficar assim não vai adiantar nada. (deu um selinho nele)
Arthur: Eles têm que me falar o que aconteceu. (preocupado)
Lua: Calma, daqui a pouco eles vêm aqui e falam o que aconteceu. Ok?
Ficaram esperando por mais um tempo, mas não tiveram noticias. Arthur sentou cansado na cadeira, colocando a mão no rosto e o cotovelo apoiado na perna.
Lua: (abaixando pra ficar de frente pra ele) Bebê. (ele não se moveu) Arthur, meu amor, não fica assim.
Arthur: (tirou a mão do rosto olhando pra ela. Seu rosto estava vermelho e coberto por lagrimas) Não é tão fácil assim Lua. Não consigo me controlar, to com muito medo. (com a voz tremula)
Lua: Ain bebê. (sentou no colo dele passando o braço em volta do pescoço dele e o abraçando) Eu to com você. Pra tudo. Ouviu? (soltou ele e fez com que ele a olha-se) Pra tudo.
Arthur: Obrigado. (deu um pequeno sorriu e a abraçou pela cintura afundando seu rosto no pescoço dela)
Lua passou a mão nos cabelos dele o sentindo soluçar. Aquilo a deixava muito mal. Queria poder fazer alguma coisa, mas nada poderia ser feito. Ficou por um bom tempo tentando acalmá-lo. Pegou um copo de água pra ele se acalmar, mas nada funcionava. Ele tinha parado de chorar, mas ela percebia que ele continuava angustiado e muito mal. Sabia que se ele não estava chorando era por ela. Sabia que ele não gostava de chorar na sua frente.
Lua: (sentada ao lado dele) Bebê. (sussurrou já que ele estava de olhos fechados)
Se estivesse dormindo não queria acordá-lo. Suspirou quando ele nem se mexeu. Estava dormindo e isso era o melhor, assim pelo menos se acalmaria um pouco. Ficou olhando pra ele por um tempo e segurou a mão dele "apertando". Novamente ele não se mexeu.
Ficou mais um tempo o vendo dormir. Viu o doutor se aproximando e levantou da cadeira rapidamente, sem acordá-lo.
Lua: (abaixando pra ficar de frente pra ele) Bebê. (ele não se moveu) Arthur, meu amor, não fica assim.
Arthur: (tirou a mão do rosto olhando pra ela. Seu rosto estava vermelho e coberto por lagrimas) Não é tão fácil assim Lua. Não consigo me controlar, to com muito medo. (com a voz tremula)
Lua: Ain bebê. (sentou no colo dele passando o braço em volta do pescoço dele e o abraçando) Eu to com você. Pra tudo. Ouviu? (soltou ele e fez com que ele a olha-se) Pra tudo.
Arthur: Obrigado. (deu um pequeno sorriu e a abraçou pela cintura afundando seu rosto no pescoço dela)
Lua passou a mão nos cabelos dele o sentindo soluçar. Aquilo a deixava muito mal. Queria poder fazer alguma coisa, mas nada poderia ser feito. Ficou por um bom tempo tentando acalmá-lo. Pegou um copo de água pra ele se acalmar, mas nada funcionava. Ele tinha parado de chorar, mas ela percebia que ele continuava angustiado e muito mal. Sabia que se ele não estava chorando era por ela. Sabia que ele não gostava de chorar na sua frente.
Lua: (sentada ao lado dele) Bebê. (sussurrou já que ele estava de olhos fechados)
Se estivesse dormindo não queria acordá-lo. Suspirou quando ele nem se mexeu. Estava dormindo e isso era o melhor, assim pelo menos se acalmaria um pouco. Ficou olhando pra ele por um tempo e segurou a mão dele "apertando". Novamente ele não se mexeu.
Ficou mais um tempo o vendo dormir. Viu o doutor se aproximando e levantou da cadeira rapidamente, sem acordá-lo.
Doutor: O senhor Arthur esta bem? (olhou pra ele)
Lua: Ta, ele só dormiu.
Doutor: Será que pode acordá-lo? Preciso dar uma noticia muito importante e muito seria pra ele.
Lua: Claro. (sentou ao lado dele de novo e o acordou)
Arthur: Que foi? (não percebendo a presença do doutor) Eu dormi.
Lua: Bebê, o doutor ta ai e tem noticias. (olhou pro Doutor e voltou a olhar pra ele)
Arthur levantou rapidamente parando em frente ao doutor.
Arthur: O que aconteceu?
Doutor: Tenho uma noticia ruim pra te dar.
Arthur: O que aconteceu?Lua: Ta, ele só dormiu.
Doutor: Será que pode acordá-lo? Preciso dar uma noticia muito importante e muito seria pra ele.
Lua: Claro. (sentou ao lado dele de novo e o acordou)
Arthur: Que foi? (não percebendo a presença do doutor) Eu dormi.
Lua: Bebê, o doutor ta ai e tem noticias. (olhou pro Doutor e voltou a olhar pra ele)
Arthur levantou rapidamente parando em frente ao doutor.
Arthur: O que aconteceu?
Doutor: Tenho uma noticia ruim pra te dar.
Doutor: Bom, primeiro vou explicar como tudo aconteceu. Não sei se a senhora que estava com você lhe contou, mas quando ela estava no quarto o tivemos que retira-la por um problema.
Arthur: Sim ela me falou, mas não sabia o que tinha acontecido.
Doutor: O senhor Aguiar ficou com dificuldade pra respirar, apesar de ter aparelhos pra ajudá-lo não adiantou muito, ele teve uma parada cardíaca, mas felizmente conseguimos estabilizá-lo.
Arthur: Então ele esta bem?
Doutor: Na verdade não. Apesar de voltar os batimentos, ele não recobrou a consciência e entrou em coma.
Arthur ficou calado apenas olhando para o doutor.
Doutor: Ele esta na UTI agora e estamos vigiando pra que nada mais possa dar errado.
Arthur: (tentava falar, mas nenhum som saia da sua boca) Ele vai ficar bem? (finalmente disse)
Doutor: Vou fazer o possível para que ele fique bem. Agora preciso ir. Qualquer coisa eu venho avisar.
Arthur: Ok, obrigado. (viu o doutor ir embora e sentou na cadeira novamente passando a mão pelo rosto, apesar de querer não conseguiu controlar o choro e o soluço que veio logo depois)
Lua estava de pé apenas ouvindo toda a conversa entre os dois e quando o doutor saiu ficou observando cada movimento de Arthur. Sentia vontade de chorar também, mas precisava ajudá-lo. Só não sabia como.
Sentou ao lado dele e acariciou a nuca dele. Ele olhou pra cima respirando fundo tentando controlar o choro, mas não conseguiu. Virou apoiando o rosto no ombro dela e se deixando chorar.
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