Meu Amor!!!!
Varias coisas passaram pela cabeça de Lua. Se ele estava no hospital significava que algo tinha acontecido. Seria muito grave? Ele estaria muito mal? Quanto tempo passaria lá? O que tinha acontecido?
Lua: (desesperada) Que? Mas... Mas por que ele ta no hospital? O que aconteceu com ele? Ele ta... (foi interrompida por Chay)
Chay: Calma Lua. Desculpa, acho que não me expliquei direito.
Lua: Como assim?
Chay: O Arthur ta no hospital... Mas não... Como posso explicar? Ta mas não ta. Entendeu?
Sophia/Lua/Mel: Não.
Chay: Ele ta... Ta no hospital, mas não está internado entendeu? Ele ta só esperando.
Lua: Esperando o que?
Chay: O Pai dele sofreu um acidente e ta no hospital. Ele passou a noite toda lá.
Sophia: Por que ele não me avisou?
Chay: Ele também não me avisou.
Sophia: Então como você sabe?
Chay: A Márcia me ligou.
Sophia: Ah.
Lua suspirou aliviada, nunca se sentiu tão aliviada em toda sua vida.
Chay: Calma Lua, eu só me não me expliquei direito.
Lua: Não sabe como fiquei assustada.
Chay: Eu sei que...
Foi interrompido pelo barulho do celular
Chay: Alo.
Arthur: Oi Chay.
Chay: Oi, como você ta?
Arthur: Bem.
Chay: E seu pai? Melhor?
Arthur: Ta na mesma. (suspirou) Eu to indo pra casa agora.
Chay: Não vai ficar no hospital?
Arthur: A Márcia me fez ir pra casa pra descansar. Disse que se eu não fosse me levaria arrastado.
Chay: Ela ta certa você tem que descansar, assim você não pode ajudar seu pai.
Arthur: Bom, só te liguei pra te manter informado. Vou descansar um pouco.
Chay: Ta. Se cuida, tchau. (desligou)
Lua: (desesperada) Que? Mas... Mas por que ele ta no hospital? O que aconteceu com ele? Ele ta... (foi interrompida por Chay)
Chay: Calma Lua. Desculpa, acho que não me expliquei direito.
Lua: Como assim?
Chay: O Arthur ta no hospital... Mas não... Como posso explicar? Ta mas não ta. Entendeu?
Sophia/Lua/Mel: Não.
Chay: Ele ta... Ta no hospital, mas não está internado entendeu? Ele ta só esperando.
Lua: Esperando o que?
Chay: O Pai dele sofreu um acidente e ta no hospital. Ele passou a noite toda lá.
Sophia: Por que ele não me avisou?
Chay: Ele também não me avisou.
Sophia: Então como você sabe?
Chay: A Márcia me ligou.
Sophia: Ah.
Lua suspirou aliviada, nunca se sentiu tão aliviada em toda sua vida.
Chay: Calma Lua, eu só me não me expliquei direito.
Lua: Não sabe como fiquei assustada.
Chay: Eu sei que...
Foi interrompido pelo barulho do celular
Chay: Alo.
Arthur: Oi Chay.
Chay: Oi, como você ta?
Arthur: Bem.
Chay: E seu pai? Melhor?
Arthur: Ta na mesma. (suspirou) Eu to indo pra casa agora.
Chay: Não vai ficar no hospital?
Arthur: A Márcia me fez ir pra casa pra descansar. Disse que se eu não fosse me levaria arrastado.
Chay: Ela ta certa você tem que descansar, assim você não pode ajudar seu pai.
Arthur: Bom, só te liguei pra te manter informado. Vou descansar um pouco.
Chay: Ta. Se cuida, tchau. (desligou)
Lua: Como ele ta?
Chay: Como deveria estar. Ele ta indo pra casa pra descansar. (viu Lua pegar suas coisa em cima da mesa) Aonde você vai?
Lua: Cuidar dele.
Sophia: Lua, ele não é do tipo que aceita ajuda. Não adianta.
Lua: Ele me ajudou quando o Feh ficou mal, agora é a minha vez. (saiu da sala com a mochila)
Chay: Como deveria estar. Ele ta indo pra casa pra descansar. (viu Lua pegar suas coisa em cima da mesa) Aonde você vai?
Lua: Cuidar dele.
Sophia: Lua, ele não é do tipo que aceita ajuda. Não adianta.
Lua: Ele me ajudou quando o Feh ficou mal, agora é a minha vez. (saiu da sala com a mochila)
Arthur chegou em casa e logo foi tomar um banho, saiu do banheiro com a toalha enrolada na cintura. Sentou na cama exausto, suspirou, se sentia muito mal por tudo que estava acontecendo. Pegou um porta retrato que estava ao lado de sua cama. Ficou olhando pra ele por um bom tempo. Era uma foto de quando era pequeno, deveria ter uns dois ou três anos. Kátia e Victor estavam ao seu lado, sorrindo. Sentia saudade de ter os dois por perto. Sentiu os olhos encherem de lagrima, olhou pra cima tentando conter as lagrimas, mas não conseguiu, sentiu as lágrimas escorrerem e levantou assustado ao ouvir a campainha. Limpou as lagrimas e colocou a foto no lugar.
Colocou uma cueca de depois uma calça, jogou a toalha na cama e ouviu a campainha tocar de novo, não queria ver ninguém, mas sabia que a pessoa insistiria até ele abrir. Ele já demorara demais e se não tinha desistido até agora, não desistiria.
Desceu as escadas devagar, chegou à porta, suspirou e passou a mão no rosto que ainda estava um pouco molhado pelas lagrimas. Abriu a porta e se assustou com quem viu.
Arthur: Lua? O que você ta fazendo aqui?
Lua: Oi. (sorri sem graça) Como você está?
Arthur: O Chay contou né?
Lua: Contou.
Arthur: (bufou) Eu não preciso da sua pena ok?! Pode ir embora. (ia fechar a porta, mas ela não deixou)
Lua: Não é pena.
Arthur: Ah não? (não acreditando)
Lua: Não, posso entrar?
Arthur: (bufou) Pode. (deu passagem pra ela)
Lua: Obrigada. (entrou) Não é pena ok? Eu só...
Arthur: Lógico que é pena, você tava brava comigo e agora que sabe que meu pai ta internado vem falar comigo.
Lua: Ok. (olhou seria pra ele) Se é o que você pensa eu não posso fazer nada. Eu sei que não é isso e já ta bom pra mim.
Arthur: O que você quer?
Colocou uma cueca de depois uma calça, jogou a toalha na cama e ouviu a campainha tocar de novo, não queria ver ninguém, mas sabia que a pessoa insistiria até ele abrir. Ele já demorara demais e se não tinha desistido até agora, não desistiria.
Desceu as escadas devagar, chegou à porta, suspirou e passou a mão no rosto que ainda estava um pouco molhado pelas lagrimas. Abriu a porta e se assustou com quem viu.
Arthur: Lua? O que você ta fazendo aqui?
Lua: Oi. (sorri sem graça) Como você está?
Arthur: O Chay contou né?
Lua: Contou.
Arthur: (bufou) Eu não preciso da sua pena ok?! Pode ir embora. (ia fechar a porta, mas ela não deixou)
Lua: Não é pena.
Arthur: Ah não? (não acreditando)
Lua: Não, posso entrar?
Arthur: (bufou) Pode. (deu passagem pra ela)
Lua: Obrigada. (entrou) Não é pena ok? Eu só...
Arthur: Lógico que é pena, você tava brava comigo e agora que sabe que meu pai ta internado vem falar comigo.
Lua: Ok. (olhou seria pra ele) Se é o que você pensa eu não posso fazer nada. Eu sei que não é isso e já ta bom pra mim.
Arthur: O que você quer?
Lua: Eu só vim pra saber como você ta. (se aproximou dele) Fiquei preocupada.
Arthur: To bem. (sorriu forçado)
Lua: Não, não ta. Não precisa fingir. É seu pai. Você tem direito de ficar triste.
Arthur: Mas eu não to. (sentou no sofá e disse isso com indiferença)
Lua: (sentou ao lado dele) Certeza?
Arthur: Sim. Eu sempre brigo come ele, ele quase nunca ta em casa e... (já não conseguia falar porque a voz ficou tremula)
Lua: Olha pra mim. (ele olhou) Ele é seu pai, ninguém vai ter condenar por estar triste.
Arthur: Eu não consigo acreditar no que ta acontecendo. (apoiou o cotovelo na perna e afundou o rosto nas mãos)
Lua: (passou a mão pelas costa dele e depois passou a mão no cabelo dele) Fica calmo bebê tudo vai dar certo.
Arthur: Eu não sei. (levantou a cabeça) Não tenho certeza disso.
Lua: Não fala isso. Tudo vai dar certo sim, pensa positivo.
Arthur: Não dá. (encostou-se ao sofá e deixou as lágrimas rolarem)
Lua: Por quê?
Arthur: (suspirou) Meu pai sofreu um acidente de carro.
Lua: Quase todo mundo sofre acidente de carro e sobrevive. Ele vai ficar bem Arthur, você vai ver.
Arthur: (olhou pra ela) Lua... (fez uma pausa) Foi o mesmo acidente que minha mãe morreu. (ela ficou calada o olhando assustada) Por isso eu não to muito confiante. Me entende?
Arthur: To bem. (sorriu forçado)
Lua: Não, não ta. Não precisa fingir. É seu pai. Você tem direito de ficar triste.
Arthur: Mas eu não to. (sentou no sofá e disse isso com indiferença)
Lua: (sentou ao lado dele) Certeza?
Arthur: Sim. Eu sempre brigo come ele, ele quase nunca ta em casa e... (já não conseguia falar porque a voz ficou tremula)
Lua: Olha pra mim. (ele olhou) Ele é seu pai, ninguém vai ter condenar por estar triste.
Arthur: Eu não consigo acreditar no que ta acontecendo. (apoiou o cotovelo na perna e afundou o rosto nas mãos)
Lua: (passou a mão pelas costa dele e depois passou a mão no cabelo dele) Fica calmo bebê tudo vai dar certo.
Arthur: Eu não sei. (levantou a cabeça) Não tenho certeza disso.
Lua: Não fala isso. Tudo vai dar certo sim, pensa positivo.
Arthur: Não dá. (encostou-se ao sofá e deixou as lágrimas rolarem)
Lua: Por quê?
Arthur: (suspirou) Meu pai sofreu um acidente de carro.
Lua: Quase todo mundo sofre acidente de carro e sobrevive. Ele vai ficar bem Arthur, você vai ver.
Arthur: (olhou pra ela) Lua... (fez uma pausa) Foi o mesmo acidente que minha mãe morreu. (ela ficou calada o olhando assustada) Por isso eu não to muito confiante. Me entende?
Lua não pensou em nada só o abraçou forte. Ele correspondeu o abraço e afundando a cabeça no pescoço dela.
Lua: Bebê fica calmo, tudo vai dar certo, você vai ver. Não chora, por favor. (sentiu as lagrimas dele) Não chora. (sentia seu peito apertar mais a cada soluço que ele dava)
Arthur: (se separou dela e respirou fundo) Por que você veio? Não deveria estar na escola?
Lua: Você precisa de mim. (acariciou o rosto dele)
Arthur: (deu um pequeno sorriso) Não tava brava comigo?
Lua: Tava, mas isso é outra coisa. Totalmente diferente. (ficaram em silencio) E também é um jeito de agradecer.
Arthur: Agradecer o que?
Lua: Pelo que você fez quando o Feh tava no hospital. Me ajudou muito.
Arthur: Não foi nada, não fiz porque queria algo em troca.
Lua: Eu sei. Mas você me ajudou, e eu quero e vou te ajudar. Nem que por isso a gente brigue mais.
Arthur: Já disse que não quero a pena de ninguém.
Lua: Mas é um cabeça dura mesmo. Não é pena. Entende isso. Eu só quero ver você bem.
Arthur: (suspirou) Ok. Acredito.
Lua: Você vai ao hospital agora?
Arthur: Não, se eu aparecer lá agora a Márcia me mata. Ela falou pra eu vir pra casa pra descansar. Mas não vou conseguir dormir.
Lua: Vai sim, vem. (o puxou pela mão) Vai deitar agora lá na sua cama.
Arthur: Não, e você?
Lua: Vou ficar lá do seu lado. (o puxou até o quarto e fez com que ele deitasse na cama) Tenta dormir um pouco. (sentou ao lado dele)
Arthur: Deita aqui. (a puxou e ficaram de frente um pro outro se olhando)
Lua começou a acariciar o rosto dele. Ele fechou os olhos respirando fundo enquanto sentia a mão delicada dela em seu rosto. Sentia-se bem melhor com ela por perto.
Lua: Bebê fica calmo, tudo vai dar certo, você vai ver. Não chora, por favor. (sentiu as lagrimas dele) Não chora. (sentia seu peito apertar mais a cada soluço que ele dava)
Arthur: (se separou dela e respirou fundo) Por que você veio? Não deveria estar na escola?
Lua: Você precisa de mim. (acariciou o rosto dele)
Arthur: (deu um pequeno sorriso) Não tava brava comigo?
Lua: Tava, mas isso é outra coisa. Totalmente diferente. (ficaram em silencio) E também é um jeito de agradecer.
Arthur: Agradecer o que?
Lua: Pelo que você fez quando o Feh tava no hospital. Me ajudou muito.
Arthur: Não foi nada, não fiz porque queria algo em troca.
Lua: Eu sei. Mas você me ajudou, e eu quero e vou te ajudar. Nem que por isso a gente brigue mais.
Arthur: Já disse que não quero a pena de ninguém.
Lua: Mas é um cabeça dura mesmo. Não é pena. Entende isso. Eu só quero ver você bem.
Arthur: (suspirou) Ok. Acredito.
Lua: Você vai ao hospital agora?
Arthur: Não, se eu aparecer lá agora a Márcia me mata. Ela falou pra eu vir pra casa pra descansar. Mas não vou conseguir dormir.
Lua: Vai sim, vem. (o puxou pela mão) Vai deitar agora lá na sua cama.
Arthur: Não, e você?
Lua: Vou ficar lá do seu lado. (o puxou até o quarto e fez com que ele deitasse na cama) Tenta dormir um pouco. (sentou ao lado dele)
Arthur: Deita aqui. (a puxou e ficaram de frente um pro outro se olhando)
Lua começou a acariciar o rosto dele. Ele fechou os olhos respirando fundo enquanto sentia a mão delicada dela em seu rosto. Sentia-se bem melhor com ela por perto.
Ele se aproximou um pouco e passou a mão em volta da cintura dela. Ela olhava pra ele analisando a expressão dele, parecia triste e isso a deixava muito mal. Tentou se controlar, mas não consegui, quando percebeu já tinha dado um selinho nele e ele já a olhava atentamente.
Lua: Desculpa.
Arthur: Não precisa se desculpar. (sorriu) Não tem problema. (foi se aproximar de novo pra beijá-la mas ela foi um pouco pra trás) Que foi?
Lua: Não quero.
Arthur: Mas você acabou de...
Lua: Eu sei. Foi só impulso. Desculpa não queria criar ilusões.
Arthur: Mas...
Lua: Já disse que é totalmente diferente ok?! To aqui por você. E não por nos. Esquece esse assunto por enquanto e dorme.
Arthur: (suspirou) Ok. (tirou a mão da cintura dela e pegou o celular colocando pra despertar as 14h00min) Márcia disse que se eu chegar antes das 15h00min ela me bate, então coloquei pra despertar as 14h00min ai a gente almoça e vai pra lá. Ok?
Lua: Ok. Agora dorme, ta precisando. O Chay disse que você passou a noite no hospital.
Arthur: Passei, mas não to com sono.
Lua: Tenta dormir um pouco pelo menos.
Arthur: Ok. (fechou os olhos e colocou o braço na cintura dela de novo a trazendo pra mais perto)
Lua: Arthur não. (tentou se afastar)
Arthur: Não vou fazer nada, só quero você mais perto.
Lua: (suspirou) Ok.
Se aproximou mais e passou o braço em volta da cintura dele também, seus rostos estavam muito próximos, mas ele estava de olho fechado cansado e triste de mais pra perceber tal aproximação.
Lua: Desculpa.
Arthur: Não precisa se desculpar. (sorriu) Não tem problema. (foi se aproximar de novo pra beijá-la mas ela foi um pouco pra trás) Que foi?
Lua: Não quero.
Arthur: Mas você acabou de...
Lua: Eu sei. Foi só impulso. Desculpa não queria criar ilusões.
Arthur: Mas...
Lua: Já disse que é totalmente diferente ok?! To aqui por você. E não por nos. Esquece esse assunto por enquanto e dorme.
Arthur: (suspirou) Ok. (tirou a mão da cintura dela e pegou o celular colocando pra despertar as 14h00min) Márcia disse que se eu chegar antes das 15h00min ela me bate, então coloquei pra despertar as 14h00min ai a gente almoça e vai pra lá. Ok?
Lua: Ok. Agora dorme, ta precisando. O Chay disse que você passou a noite no hospital.
Arthur: Passei, mas não to com sono.
Lua: Tenta dormir um pouco pelo menos.
Arthur: Ok. (fechou os olhos e colocou o braço na cintura dela de novo a trazendo pra mais perto)
Lua: Arthur não. (tentou se afastar)
Arthur: Não vou fazer nada, só quero você mais perto.
Lua: (suspirou) Ok.
Se aproximou mais e passou o braço em volta da cintura dele também, seus rostos estavam muito próximos, mas ele estava de olho fechado cansado e triste de mais pra perceber tal aproximação.
Lua ficou mais um tempo vendo Arthur. Percebia que ele estava cansado e muito abatido. Percebeu quando ele começou a respirar mais pesadamente, significava que estava dormindo. Tirou a mão de onde estava e acariciou o rosto dele de leve pra não acordar.
Lua: Ain bebê não sabe como é triste te ver assim. (disse em um sussurro pra ele não acordar) Me da um aperto no coração sabendo que você ta sofrendo, mas você vai ver, vai ficar tudo bem. Isso eu te prometo. (deu um selinho de leve nele e afastou um pouco seus rostos) Te amo meu bebê.
Suspirou e fechou os olhos. Não estava com sono, mas só de estar assim com ele lhe dava calma, quando fechou os olhos sentiu o sono e finalmente dormiu.
Acordou umas horas depois, olhou pro celular pra ver a hora e percebeu que faltavam apenas 5 min. para o despertador tocar. Deixaria ele dormir até lá. Eles nem se mexeram, continuaram na mesma posição de antes. Sentia-se bem quando estava nos braços dele. Por incrível que pareça, sentia que ele era verdadeiro a cada palavra que dizia. E nunca confiou tanto em uma pessoa como confia nele... Bom confiava... bom, ah sei lá. Foi interrompida de seus pensamentos quando o celular começou a tocar.
Viu Arthur tirar a mão da cintura dela e pegar o celular pra desligar o alarme. Ele colocou a cabeça novamente no travesseiro e suspirou fechando os olhos, ele não tinha percebido que ela estava acordada. Ela fechou os olhos também.
Ele viu que ela estava de olhos fechados e acariciou o rosto dela.
Arthur: Sou um idiota por ter feito o que fiz. Queria tanto que você me perdoasse meu amor. (falou muito baixo, mas ela pode ouvir)
Ficou acariciando por mais um tempo o rosto dela e resolveu acordá-la.
Arthur: Lua. Lua acorda.
Lua: Oi. (sorriu) Ta melhor?
Lua: Ain bebê não sabe como é triste te ver assim. (disse em um sussurro pra ele não acordar) Me da um aperto no coração sabendo que você ta sofrendo, mas você vai ver, vai ficar tudo bem. Isso eu te prometo. (deu um selinho de leve nele e afastou um pouco seus rostos) Te amo meu bebê.
Suspirou e fechou os olhos. Não estava com sono, mas só de estar assim com ele lhe dava calma, quando fechou os olhos sentiu o sono e finalmente dormiu.
Acordou umas horas depois, olhou pro celular pra ver a hora e percebeu que faltavam apenas 5 min. para o despertador tocar. Deixaria ele dormir até lá. Eles nem se mexeram, continuaram na mesma posição de antes. Sentia-se bem quando estava nos braços dele. Por incrível que pareça, sentia que ele era verdadeiro a cada palavra que dizia. E nunca confiou tanto em uma pessoa como confia nele... Bom confiava... bom, ah sei lá. Foi interrompida de seus pensamentos quando o celular começou a tocar.
Viu Arthur tirar a mão da cintura dela e pegar o celular pra desligar o alarme. Ele colocou a cabeça novamente no travesseiro e suspirou fechando os olhos, ele não tinha percebido que ela estava acordada. Ela fechou os olhos também.
Ele viu que ela estava de olhos fechados e acariciou o rosto dela.
Arthur: Sou um idiota por ter feito o que fiz. Queria tanto que você me perdoasse meu amor. (falou muito baixo, mas ela pode ouvir)
Ficou acariciando por mais um tempo o rosto dela e resolveu acordá-la.
Arthur: Lua. Lua acorda.
Lua: Oi. (sorriu) Ta melhor?
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