Autora: A & B
Status: Em Andamento
Revisada por: Cáa Pardine
Categoria: McFLY Fics - Hot Fics
Sub-Categoria: Comédia - Medium Fic
Status: Em Andamento
Revisada por: Cáa Pardine
Categoria: McFLY Fics - Hot Fics
Sub-Categoria: Comédia - Medium Fic
Enquanto eu o arranhava nas costas, ele me penetrou com mais força, me fazendo gozar, alguns instantes antes que ele, e então, senti o seu corpo relaxar fazendo pressão sobre o meu corpo encostado na parede.
Chay se afastou e começou a distribuir pequenos beijinhos em meu pescoço e colo, me fazendo dar leves puxões em seus cabelos da nuca. Eu suspirei e joguei os meus cabelos para trás enquanto Chay me olhava com aquele olhar de 'Eu sou Bom'.
Assim que terminei de me trocar o olhei, soltei mais um suspiro e fui em direção a porta do banheiro.
- Inovar é sempre bom, sabe? - falei ao mesmo tempo que abria a porta do banheiro - fantasma, no qual sempre me encontrava com Chay, o filho do zelador da escola, ou melhor, um bolsista excluído do mundo que limpa as piscinas da vizinhança e isso inclui a minha. Continuei seguindo o corredor deserto que levava a biblioteca da escola, quem é que ia ali? Ninguém que eu saiba, a não ser Chay e eu. Mas assim que virei o corredor a direita dei um sorriso encantador.
- Oi, meu amor! - me aproximei de meu namorado Rodrigo, que me recepcionou com um beijo. Ok, agora você deve estar se perguntando ' Como assim, namorado, quem é o Chay então?' Tenho os meus sexos casuais e Chay é um deles, isso mesmo, um deles . Sabe como é, a rotina cansa.
- Luinha , o que você está fazendo aqui? - perguntou Rodrigo - Desde quando você vem na biblioteca, assim por vontade própria?
- Uhn, desde que nós estamos no último ano do colégio e eu quero ser alguém na minha vida? - respondi na maior cara de pau, sim, eu tava mentindo e dai? As coisas escondidas são bem melhores, fato. Tá, vai dizer que você não concorda? Errr... deixa eu me apresentar, meu nome é Lua , mas todos me chamam deLuinha , tenho 17 anos e namoro Rodrigo Marques, pop do colégio e tenho um caso com Chay Suede, o bolsista. E eu só tenho esse caso, pois... bem... sabe como é, a rotina me cansa, ou não, por isso eu estou sempre com o Chay.
- Vamos para a aula de história? - perguntou Matt, um amigo de Rodrigo, assim que nos encontrou voltando para o corredor principal. Seguimos para a sala e ao entramos nos direcionamos para o fundo, bem longe do professor. Não sou do tipo nerd, mas posso dizer que tenho os meus meios de ir bem na prova, posso viajar o quanto quiser nas aulas que sempre vou bem nas provas.
- Hoje, eu estou inspirado em contar fofocas. - o professor Callaghan disse assim que entrou na sala - Vou contar sobre as amantes de Henrique VIII.
Amantes, soltei um sorrisinho de lado assim que escutei tal palavra e me lembrei de um amante, posso dizer bem especial. Não, não é o Chay. Você deve estar se perguntando que porra é essa de outro amante, como eu já disse eu me CANSO da rotina e ai eu acabo sempre querendo outro... mas não se preocupe, não são OUTROS, eu não tenho 300 amantes, tenho o número suficiente para realizar os meus pequenos desejos. E a última vez que eu realizei esses desejos foi no meu encontro ' repentino' com o Aguiar na sala de música, devo dizer que é um ótimo lugar para isso.
- Flashback on -
- Ai, desculpa! Sala errada! - disse assim que abri a porta da sala de música com tudo.
- Ah, sem problema. - Arthur respondeu encarando minhas pernas descaradamente, culpa do meu uniforme: saia pregada que vai um pouco acima dos joelhos, uma camisa branca com um gravata azul marinho - Tá procurando que sala? Porque por esses lados do prédio, só temos essa sala. - ele respondeu colocando o baixo no pedestal e seguindo em direção a porta.
- Bem, acredito que vim para o lado errado do prédio, mas não se preocupe que eu já estou de saída. - falei já me virando para fora da sala. Quando eu já estava fechando a porta, Arthur segurou a mesma, me fazendo virar e soltar um sorrisinho vitorioso.
- E se eu dizer que eu não quero deixar você sair da sala? - Arthur falou com um sorriso enigmático, já colocando o seu outro braço pela minha cintura me puxando para perto de si.
- Então eu direi que EU é que não quero sair... - sussurrei no pé do ouvido dele, fazendo-o tremer.
Arthur fechou a porta atrás de nós e colocou as mãos em baixo de minha saia, me fazendo subir em seu colo. Eu joguei minha bolsa no chão e subi nele, colocando meus braços em volta de seu pescoço e comecei a beijá-lo calmamente, enquanto ele movimentava sua língua rapidamente, esperando que eu aumentasse minha velocidade, mas eu simplesmente soltei um sorrisinho rápido e me apertei mais em seu colo, puxando os seus cabelos da nuca. Arthur começou a caminhar em direção a parede ao lado da porta, tropeçando na bateria, derrubando-a no chão e me fazendo quebrar o beijo para olhá-lo assustada.
- Não se preocupe... tem acústica. - Arthur falou soltando um sorriso malicioso, me encostando na parede.
Ele começou a beijar o meu pescoço, enquanto eu o arranhava nas costas e começava a puxar a sua camisa, Arthur desceu os seus beijos para o meu colo, enquanto, com uma das mãos ele afrouxava minha gravata e abria os primeiros botões da camisa e com a outra ele passava pela minha coxa e bunda. Eu soltava leves gemidos enquanto ele descia seus beijos para os meus seios, ele terminou de abrir minha blusa rapidamente e com um pouco de esforço tirou o meu sutiã logo em seguida e começou a sugar meus seios com vontade, dando pequenas mordidas nos bicos, me fazendo deslizar minhas mãos das costas para sua nuca, entrelaçando meus dedos nos cabelos.
Arthur voltou a me beijar ferozmente, eu levei minhas mãos até a gola de sua camisa e começei a abri-la rapidamente e a puxá-la para baixo, deixando seus braços e peitoral definidos de fora, posso dizer que, para um nerd, sim, ele é nerd, ele era bem gostoso. Comecei a descer meus beijos para seu peitoral, fazendo-o retrair cada músculo que eu tocava com meus lábios, sua calça já estava com um certo volume. Arthur começou a soltar o zíper lateral da minha saia, então eu soltei minhas pernas de sua cintura, fazendo com que ela caísse.
- Belo lugar de se colocar uma camisinha. - Arthur falou meio sem folego, ao ver uma camisinha presa na calcinha.
- Nunca se sabe se todos vão estar prevenidos. - respondi já abrindo a calça dele e a puxando para baixo, o deixando somente de boxers, coloquei minha mão sobre a boxer, passando a mão sobre o seu membro, então eu coloquei a mão por dentro e comecei a masturbá-lo, fazendo-o gemer sobre o meu toque, aumentei a velocidade e comecei a beijar seu pescoço, Arthur começou a gemer alto, apertando minha cintura. Após mais alguns gemidos, Arthur pegou a camisinha e rasgou o pacote com os dentes, eu baixei sua boxer, peguei a camisinha de suas mão e coloquei em seu membro, fazendo-o arrancar minha calcinha. Antes que eu voltasse minhas mãos até seus cabelos da nuca, Arthur me penetrou fazendo-me gemer alto e entrelaçar minhas pernas em sua cintura, diminuindo o mínimo espaço entre nós.
A cada investida de Arthur, eu entrelaçava mais meus dedos em seus cabelos suados. Arthur me penetrava cada vez mais rápido, soltando leves gemidos em meu ouvido enquanto eu o arranhava cada vez mais em seus braços. Arthur continuou no mesmo ritmo e então começou a apertar de leve os meus mamilos, me fazendo fechar os olhos e morder o lábio inferior segurando um gemido, o que serviu de estimulo para ele me puxar mais para si, e me penetrar mais rápido, me fazendo gozar após algumas investidas, mas Arthur continuou com a mesma velocidade, o que fez entrelaçar mais minhas pernas em sua cintura. Ele investiu mais umas duas vezes e finalmente gozou, abaixando a cabeça em meu ombro e respirando rapidamente. Senti seu corpo prensar o meu contra a parede, Arthur deu mais algumas investidas fracas e então saiu de dentro de mim... Suspirei ao relembrar aquela manhã.
- Flashback off -
Então, eu joguei meus cabelos para trás e me lembrei que ainda estava na aula de história e vi o Rodrigo tentando chamar a minha atenção.
- Amor, quer ir hoje a tarde em casa? - Rodrigo movimentou os lábios devagar, fazendo com que eu pudesse ler seus lábios, já que ele estava sentado a duas cadeiras diagonalmente. Ele continuou a me olhar, encarando minhas pernas e subiu até o meu rosto com um sorriso malicioso, esperando a minha resposta.
- Claro. - respondi mordendo meu lábio inferior.
Depois de mais algumas aulas nas quais eu dormi e troquei caricias com Rodrigo, finalmente o dia tinha acabado, e todos nós poderíamos ir embora. Fui até a saída do colégio e me encostei na parede ao lado da entrada principal. Encontrei meus amigos que se juntaram a mim, foi então que eu vi aquele AUDI estacionar na frente da entrada e aquele homem sair do carro, sorri involuntariamente e encostei uma das minhas pernas na parede, fazendo com que minha saia levanta-se levemente, fiquei encarando-o como sempre fazia quando nos encontrávamos na porta da escola. Senti que seu olhar se direcionou para o meu corpo, era aquele olhar com desejo que me queimava por dentro, joguei meu cabelo para trás e comecei a enrolar uma mecha de cabelo com o dedo sem deixar de encara-lo. Assim que Erika, sua filha entrou no carro, ele abriu a porta e antes de entrar, ele piscou e entrou no carro arrancando logo em seguida.
- Luinha , vamos ao shopping antes de ir para casa. - Rodrigo falou sem me olhar já caminhando em minha frente, me fazendo acordar e segui-lo. Como casal,Rodrigo e eu eramos bem próximos, nos entendiamos até que bem na cama e sempre tivemos uma conversa boa, mas quando ele estava com seus amiguinhos pops ele queria mostrar que comandava a relação, sendo que no caso, sou eu que comando.
Me aproximei por trás de meu namorado e passei meus braços em sua cintura, fiquei nas pontas dos pés, dei um beijo e seu pescoço e sussurrei em seu ouvido:
- Não sou qualquer uma... - lembrando-o que eu não era aquelas putas, com as quais ele sempre me traiu. Devo alertá-los que esse é o motivo de tantas traições, ou será que não?
- Eu sei. - ele parou de andar, se soltando do meu abraço e se virando ficando de frente para mim, ele me beijou calmamente e me olhou logo em seguida - Eu te amo.
Passei minha mão em seu rosto, afagando sua bochecha e voltei a beijá-lo.
Fomos para o shopping, almoçamos por lá e depois de um tempo fomos para a casa de Rodrigo. Ao chegar lá, nos direcionamos para seu quarto, soltei minha bolsa no canto do quarto e me sentei na cama, ficamos conversando enquanto Rodrigo tirava a camisa e os tênis. Então ele veio até mim e me deu um selinho demorado, coloquei minhas mãos em sua nuca e o puxei para cima de mim, Rodrigo começou a me beijar enquanto se deitava sobre mim. Deslizei minhas mãos por seus cabelos, enquanto ele passava a mão pela lateral do meu corpo, desci minha outra mão com as pontas das minhas unhas sobre as costas de Rodrigo. Ele começou a desabotoar minha camisa e me levantou me ajudando a tirar a mesma. Assim que voltei a me deitar, passei minha mão sobre a coxa de Rodrigo e apertei. Ele começou a deslizar sua mão sobre meus seios, ainda cobertos pelo soutien, e pela minha barriga. Então eu o virei posicionando-me por cima, comecei a beijar seu pescoço, descendo minhas mãos para a sua calça a abri, intercalando meus beijos, por chupões e mordidas, enquanto empurrava a calça de Rodrigo com os pés. Ele colocou a mão sobre a minha coxa e pressionou com força, então começou a subir a mão por dentro de minha saia, pressionando minha virilha, me fazendo soltar um gemido abafado, percorri meus beijos até seu peito e mordi seu mamilo, senti ele estremecer. Voltei meus lábios até os seus. Rodrigo me beijava com vontade, ao mesmo tempo que ele puxou minha calcinha para o lado e começou a massagear meu clitóris me fazendo fechar os olhos com força e gemer durante o beijo. Abaixei sua boxers e passei minha mão sobre sua virilha e a pressionei com força. Então, meu celular começou a tocar na bolsa, fazendo com que eu parasse, tirei minha mão da virilha de Rodrigo e tirei a mão dele de meu clitóris. Sai de cima dele e fui ver quem estava me ligando, sorri ao ver quem era, mas desliguei rapidamente a ligação e comecei a colocar a minha camisa.
- Desculpa Rodrigo... surgiu um imprevisto, preciso ir embora. - falei ao mesmo tempo que terminava de abotoar minha camisa.
- Não acredito que você vai me deixar nessa situação?! - Rodrigo apontou para seu pênis eriçado - Você vai me compensar amanhã.
- É, vou sim. Agora vai relaxa o 'Rodrigozinho'. Te ligo mais tarde! - terminei de falar pegando minha bolsa e saindo do quarto do Rodrigo. Meu compromisso de agora, vai ser bem melhor.
Sai da casa de Rodrigo e peguei um táxi até o complexo de flat's que tem na principal avenida de Londres. Dentro do táxi, comecei a arrumar minha maquiagem e cabelo, eu estava um pouco descabelada e borrada. Para esse encontro, eu devo estar bonita.
Assim, que cheguei, comprimentei o porteiro, ele já estava acostumado a me ver por lá, não que ele saiba o porquê deu estar lá. Entrei no elevador e comecei a dobrar o cós da minha saia, deixando-a na altura do meio das coxas. Jogava meu cabelo para trás várias vezes... a cada andar que subia, começava a morder meu lábio inferior, sempre ficava assim que ia lá...9°, 10°, 11°... vou ter um colapso daqui a pouco. Ok, Luinha respira fundo...12°, 13°... soltei um suspiro longo, e desabotoei mais a minha camisa deixando a volta dos meus seios em evidencia... 14° andar. Assim que o elevador parou, soltei mais um suspiro e sai, virei para a direita e o encontrei parado na batente da porta de entrada, ele estava lindo como sempre. Micael, o cara daquele AUDI estava com a camisa aberta, mostrando aquele peitoral definido e bronzeado, com a calça e os sapatos sociais e com um copo de uísque em uma das mãos, o que dava a ele um ar de jovem, não de um homem de 34 anos.
- Esta atrasada, te liguei mais você desligou na minha cara. Não vou poder ficar a tarde inteira, hoje eu tenho uma reunião as cinco horas... - Micael falou com aquela voz rouca e bebeu um pouco do uísque. Após beber, ele me encarou por um tempo, parando um pouco em minhas pernas e seios.
- Desculpa, tive uns imprevistos... - falei passando por ele, entrando no flat e deixando minha bolsa em cima do sofá. Aquele flat era o meu sonho de consumo. Quando você entrava, a sua direita tinha uma pequena cozinha, com eletrodomésticos de auto padrão e uma bancada com pedra preta. Logo em frente tinha uma sala, com dois sofás largos e uma mesinha de centro, um dos sofás dava de costas a cozinha, enquanto o outro ficava de costas para uma grande varanda, que tinha a vista da avenida. Em frente desse mesmo sofá, tinha um painel com a TV, e ao lado esquerdo do painel, tinha uma porta de correr de vidro fosco, que separa o quarto do resto. O quarto é modesto, tem uma cama king size, com um armário em frente que ocupa toda a parede e ao lado direito da cama, há uma porta para o banheiro, que possuiu uma banheira que suporta duas pessoas facilmente e um pequeno chuveiro ao lado. Esse Flat É o meu sonho de consumo.
- Aceita alguma coisa? Algo para beber, talvez? - Micael falou assim que fechou a porta e seguiu para a cozinha.
- Só uma água. - eu disse me direcionando para o balcão, Micael abriu a porta da geladeira, que ficava ao lado do balcão, assim que sentei, cruzei minhas pernas sensualmente, fazendo com que Micael desvia-se o olhar para mim.
- Você prefere na garrafa, ou posso colocar num copo? - Micael fechou a porta da geladeira com força e voltou a encarar os meus olhos, se esforçando para não olhar minhas coxas que estavam bem descobertas, já que a saia estava bem curta.
- Pode colocar num copo, eu não quero muito cheio. - respondi o encarando com um sorriso torto que estava misturando malícia com desejo. Então eu me reclinei para tirar os tênis, fazendo com que minha camisa se solta-se de meu busto deixando os meus seios e soutien a vista, o vi derrubar um pouco da água para fora do copo no momento que eu estava abaixada. Quando voltei para minha posição encontrei Micael, com o braço estendido na minha direção com um copo de água.
Descruzei minhas pernas e as afastei um pouco, colocando minha mão esquerda no meio delas, sobre o balcão, me reclinando para frente e estiquei o outro braço e peguei o copo respondendo um 'Obrigada' com uma voz fraca. Ele continuava a me encarar e assim que me entregou o copo, eu voltei para a posição inicial e ele terminou num só gole o resto do uisque em seu copo.
Enquanto eu terminava minha água, senti suas mãos descruzarem minhas pernas, de modo que ele pudesse se encaixar entre elas.
- Você sabe que eu não resisto a essas provocações. - Micael falou sorrindo, pegando o meu copo e colocando ao nosso lado, no balcão. - E eu sei que você não resisti a mim. - Ele terminou de falar e me puxou para um beijo, enquanto apertava as minhas coxas, eu coloquei meus braços em seu pescoço e comecei a colocar minha mão em seus cabelos dando leves puxões. Micael subiu suas mãos para as minhas costas por cima da blusa, me fazendo arrepiar. Eu deslizei minhas mãos até seus ombros e então coloquei-as por dentro da camisa aberta, comecei a tirá-la e ao mesmo tempo que eu tirava, passava minhas unhas por seus braços. Ele tirou seus braços de minhas costas, e terminou de tirar a camisa, instantaneamente ele voltou os braços para minhas costas, mas não durou muito tempo, pois ele voltou os braços para a frente de minha camisa e terminou de desabotoá-la, ele começou a descer seus beijos para o meu colo, dando leves chupões a medida que chegava aos meus seios, com uma das mãos ele soltou o meu soutien facilmente e o tirou, jogando no chão junto com nossas roupas. Eu soltava gemidos baixos a medida que ele sugava meus seios, dando leves mordidas no mamilo, eu entrelaçava meus dedos em seus cabelos enquanto ele voltava a beijar o meu pescoço e, de repente, voltou até meus lábios, enquanto suas mãos apertavam minhas coxas e ia em direção a minha bunda por debaixo da saia. Eu deslizei minhas mãos por seu peitoral e segui até o seu 'caminho da felicidade' e então eu soltei o cinto e comecei a desabotoar a calça. Ele colocou as mãos em minha bunda me puxando mais para perto de si e eu senti o seu membro já eriçado, entrelaçei minhas pernas em sua cintura e coloquei meus braços de volta em seu pescoço, fazendo com que ele me levanta-se. Ele deu uma andada em direção ao quarto, mas eu soltei minhas pernas, fazendo com que ele parasse. Virei o seu corpo, para o final do balcão, fazendo com que ele encostasse e então desci meus braços de sua nuca até sua calça e eu terminei de soltar o zíper, puxando para baixo a calça e sua boxer. Eu o empurrei, fazendo com que ele deitasse no balcão. Subi nele e comecei a beijá-lo ferozmente, depois desci os beijos até o pescoço e comecei a descer por todo o seu corpo: peitoral, mamilos (dando leves mordidas), abdômen, barriga, coxa. E então eu comecei a voltar, só que dessa vez dei leves chupões por onde passava: coxa, virilha, barriga, abdômen, peitoral, pescoço e lábios. Micael me beijou mais rápido ainda, começou a soltar o zíper de minha saia e começou a empurra-la, fazendo com que eu terminasse de tirar com os pés. Ele começou a puxar minha calcinha para baixo e sentiu a camisinha na lateral, soltando um leve riso - Você sempre prevenida, nos lugares mais inusitados. - Ele falou entre os beijos, soltei uma risadinha e segurei a camisinha em suas mãos, pois ele já estava direcionando a boca, com a intenção de abrir.
- Ainda não. - sussurrei em seus ouvidos, mordi o lábio e comecei a beijar seu peitoral, descendo os beijos até seu pênis, que já estava eriçado, levantei meus olhos mais uma vez para ele e comecei a chupá-lo lentamente, acompanhando com a mão. Micael colocou as mãos em meus cabelos, dando leves puxões e ofegava baixinho. Eu passava a lingua por todo o pênis, junto com o movimento. Comecei a aumentar o ritmo, chupava-o cada vez mais rápido, fazendo-o puxar cada vez mais o meu cabelo, me ajudando no movimento. Continuei a aumentar a velocidade e Micael começou a gemer cada vez mais alto, tirei minha boca, peguei a camisinha de sua mão a abri e coloquei nele rapidamente voltando a sentar sobre ele. Cavalguei lentamente, ele colocou suas mãos em minha cintura, me guiando. Quando eu ia aumentar a velocidade, ele me empurrou para foras dele, se sentou, continuou a descer do balcão, me encostou de frente ao balcão, se posicionou atrás de mim e então me penetrou por trás.
- Sou eu quem comanda aqui. - Micael falou ao pé do meu ouvido, deslizando sua mão até minha virilha, colocando sua mão sobre meu clitóris, começando a estimulá-lo, me fazendo morder os lábios para não gemer muito alto, ele começou a aumentar a velocidade da penetração ao mesmo tempo que me estimulava, cada vez mais rápido, eu gozei logo em seguida, mas ele continuou a me penetrar e a me estimular, coloquei minha mão sobre a dele em meu clitóris e o ajudei a me estimular mais, Micael soltou um gemido baixo em meu ouvido, gozando. Ele continuou a me estimular e me penetrar fracamente, então gozei pela segunda vez. Senti seu corpo relaxar sobre o meu, então ele se afastou de mim, me virou de frente para ele e começou a me beijar calmamente.
- Eu preciso tomar um banho, daqui a pouco terei que sair. - Micael falou após quebrar o beijo. Começou a pegar as roupas jogadas no chão e se direcionou até o quarto.
Eu fiquei um tempo parada, recuperando o meu fôlego, então joguei o cabelo para trás e fui pegar minhas roupas do chão. Fui até o quarto e ouvi o barulho do chuveiro ligado. Coloquei minha calcinha e soutien e me deitei na cama, pegando num sono leve. Senti um leve beijo no topo da minha cabeça, me fazendo acordar e vê-lo já trocado e com aquele perfume masculino que te deixa nas nuvens assim que você sente.
- Já estou indo, você pode ficar o tempo que quiser. Você já sabe, né? - Micael falou ajeitando a gravata - E vê se na próxima vez que eu for buscar minha filha, você não fique me encarando daquele jeito, senão eu vou levá-la para casa, não minha filha. - Micael falou sorrindo daquele jeito encantador. Ele se abaixou e me deu um selinho e saiu do quarto - Ahn, já tinha me esquecido. Amanhã eu não vou poder vê-la, minha esposa voltou de Miami... - Micael falou rapidamente, então eu ouvi a porta se fechando e eu dormi mais um pouco. O que eu posso fazer, é o que dá, ser o caso de um homem casado e com uma filha de minha idade. Mas posso dizer que não me arrependo de nada.
Voltei a dormir, acordando cerca de uma hora depois. Espreguicei-me sentindo meu corpo doer um pouco. Precisava de um banho de banheira para relaxar.
Me levantei e dei uma olhada pela janela, as luzes da cidade já estavam começando a aparecer sobre o céu de um tom avermelhado, não devia passar das seis.
Fui para o banheiro e comecei a preparar a banheira. Tirei minha lingerie e entrei na mesma, que estava espumada, me deitei. Fiquei cerca de 20 minutos deitada, relaxando e só então resolvi ir tomar um banho no chuveiro. Foi o que fiz, já estava na hora de voltar para casa, não? Não que meus pais fossem se importar o horário que eu voltasse, era só eu dizer que estava com Rodrigo que eles iriam soltar um sorriso e dizer: “Tudo bem minha filha”. Para eles meu namoro comRodrigo é perfeito. Um menino rico, bonito e com emprego garantido na empresa do tio.
Saí do banho e me troquei rapidamente. Passei uma maquiagem leve para cobrir qualquer marca desnecessária. Assim que terminei coloquei meu tênis e peguei uma garrafa de água, fechei a porta com a chave reserva que ficava no vaso do lado da porta de entrada.
Entrei no elevador e então decidi ligar para Rodrigo. Peguei meu celular da bolsa e apertei a discagem rápida. O telefone tocou insistentemente, mas nada dele atender a primeira chamada, tentei novamente e depois de três chamadas ele atendeu com a voz ofegante e que mal dava entender, por estar sem fôlego.
- Luinha? Que foi?
Soltei um suspiro e o elevador chegou no térreo, sai dele e entrei no hall.
- Com quem tenho o prazer de estar atrapalhando?
Falei um pouco alterada chamando um pouco de atenção do pessoal ao meu redor.
- É a Pam. Estou com ela já que você resolveu me deixar na mão – Rodrigo respondeu naturalmente.
Nosso relacionamento é bem aberto, ou melhor, ele fez nosso relacionamento se abrir. Ele sabe que eu tenho um caso com o Arthur e eu sei sobre a Pam, uma morena, peituda que tem bulimia. Ele acha que eu não sei das outras duas e dos sexos casuais que ele encontra em festas. Posso dizer que é esse o motivo das minhas traições. Antes eu dava um chilique louco, mas agora eu respondo no mesmo nível, não sei se é a melhor forma de ter um bom relacionamento, mas é bem relaxante.
- Quando você vai ter um tempo pra sua verdadeira namorada? Faz um tempo que você só me joga em horários perdidos, não Rodrigo? – perguntei com descaso.
- Amanhã a noite, depois nos falamos. – ele me respondeu já desligando na minha cara. Depois eu comecei a ter o mesmo nível que ele e não sei por que, na verdade não sei por que ainda namoro-o, é estranho pensar o quanto eu o amo, mas o quanto é bom ter meus casos, não abro a mão de nenhum dos meus 4 homens, ou um homem e três meninos.
Assim que cheguei em casa encontrei meus pais sentados no sofá assistindo o jornal, soltei um “oi” e fui correspondida com dois sorrisos.
- O jantar esta na mesa ainda. Imaginei que você fosse demorar mais para voltar para casa hoje. – minha mãe falou dando uma piscadela.
Normalmente, de sexta-feira, no caso hoje, eu sempre passava a tarde com Rodrigo só que eu comecei a substituir as sextas por sábados, já que esse é o único dia que o Micael pode me encontrar.
Murmurei um 'ok' e segui para a cozinha, na mesa, estavam vários pacotes de yakissoba. Peguei um que estava fechado e subi para meu quarto.
Joguei minha bolsa sobre a cama, peguei meu Ipod e me sentei na janela.
Vendo o tempo passar, suspirei e resolvi me trocar para ir dormir. Vesti meu pijama e fui para a cama, me deitei e comecei a refletir sobre o dia de hoje. Eu podia dar a minha vida por Rodrigo, mas ele não faria o mesmo por mim, jamais. Foi ele quem levou o nosso relacionamento para onde se encontra, não que eu me incomode, mas, eu sinto a falta de só um homem e só uma mulher juntos, sabe? Meus casos sabem muito bem me satisfazer onde Rodrigo não sabe. Ele é bom de cama, realmente, mas é sempre a mesma rotina e então tenho o Micael que é excelente na cama, ou não só nela. A falta de carinho, atenção e amor deRodrigo é recompensada por Arthur, não há menino mais carinhoso e cuidadoso que ele comigo.
Chay, ah, o Chay... Ele me traz as melhores risadas e os momentos mais alegres durante uma conversa. Com esses pensamentos, adormeci.
Acordei no da seguinte e olhei pela janela, sorri ao ver aquela imagem. Me troquei colocando uma calça jeans básica e uma blusa branca em V com um decote básico e desci descalça mesmo. Tomei um café rápido e me dirigi para fora, me sentei em uma cadeira e sorri para Chay.
- Oi. – disse-me ele com seu melhor humor, como sempre.
- Oi e me desculpa pela sujeira na piscina... – forcei um sorriso – sabe, as vezes as festas saem fora do controle.
- Já vi piores e, eu me diverti muito na festa. – Chay piscou para mim – Seus pais saíram... – ele completou a frase e voltou a limpar a piscina.
- E como está o trabalho? – ignorei a observação dele, ou não.
- Descanso por um tempo? – ele se virou para mim com um sorriso safado no rosto.
- Uma pausa não faz mal a ninguém, na verdade... – me levantei e fui andando em sua direção enquanto ele caminhava na minha. Chay colocou as mãos na minha cintura e me puxou com força contra seu corpo, me fazendo espalmar as mãos em seu peito. Encostei meus lábios nos dele e comecei a beijá-lo, ele me correspondeu e me puxou mais para si, pulei em seu colo envolvendo sua cintura em minhas pernas e deslizei minhas mãos para sua nuca. Chay começou a andar até a pia da churrasqueira, me sentando na mesma. Suas mãos começaram a percorrer a lateral do meu corpo e cada centímetro que elas passavam eu sentia seus dedos me pressionarem. Subi minhas mãos para seu cabelo e entrelacei meus dedos ali, puxando seu cabelo com um pouco de força, desci meus lábios para seu pescoço dando varias mordidas. Chay deslizou as mãos para a minha calça e a abriu, tirando-a logo em seguida.
Procurei seus lábios com urgência. Chay sabia beijar bem, deslizei uma mão para sua cintura e o apertei em mim.Encontrei seus lábios e os encaixei aos meus, o beijando com toda intensidade, passando a língua por toda a sua boca, explorando e sentindo seu gosto, deslizando a lingua pela sua com vontade, senti seus dedos percorrem a minha coxa e afundarem ali com certa força, fazendo minha pele ficar avermelhada.
Subi sua camisa com pressa, arranhando levemente a lateral do seu corpo, me afastei um pouco, separando os nossos lábios com certa pressão, abri os olhos, olhando fixamente para o seu peitoral. Tirei a sua camisa jogando-a no chão, levei o dedo indicador até o seu peito, passando a unha bem de leve, observando cada detalhe do seu corpo sarado, mordi meu lábio inferior com um pouco de força, sorrindo maliciosamente de lado, ergui os olhos, a procura dos seus, encontrando-os fixamente em mim, sorri mais abertamente para ele, sentindo suas mãos na minha cintura, apertando-a com a ponta dos dedos.
Cruzei os braços em volta do meu corpo, colocando as mãos na barra da minha blusa, levantei-a bem devagar, olhando atentamente a expressão de desejo no rosto de Chay, tirei a minha blusa, jogando-a no chão. Levei uma mão para trás, até o fecho do meu sutiã. O abri com apenas dois dedos, deixando o sutiã se afrouxar. Levei a mão até o meu ombro esquerdo, deslizando a ponta dos dedos bem delicadamente, fazendo com que o meu sutiã caísse lentamente no chão. Observei Chay ofegar de excitação e desejo. Vi sua mão subir pela minha barriga, de encontro aos meus seios, senti a ponta dos seus dedos os acariarem lentamente. Ele se abaixou, aproximando o rosto dos mesmos, passando a língua levemente por um deles, colocando-o todo em sua boca e chupando com certa vontade. Comecei a sentir um fogo queimar meu corpo, começando pelos seios e se espalhando com rapidez por todo o meu corpo, senti minha calcinha se encharcar com o meu desejo de sentir nossos corpos como um só. Observei Chay deixar os meus seios, passando a língua em seguida por minha barriga, deslizando ela em volta do meu umbigo, dando leves chupões e mordidinhas. Ele colocou suas mãos na lateral do meu corpo, puxando minha calcinha com um só movimento, fazendo-a rasgar na lateral, coloquei a mão ali o ajudando a tirar o que restou da calcinha no meu corpo. Ele se ajoelhou em minha frente, colocando as duas mãos na minha coxa e afastando as minhas pernas, deixando o seu rosto a altura da minha vagina molhada, ele ergueu um pouco a cabeça, olhando para o meu rosto, encontrando os meus olhos, vendo o meu desejo estampado ali.
Sentei um pouco mais para frente na pia, facilitando o toque de seus lábios em mim. Chay aproximou mais o rosto do meu corpo, passando a sua língua quente e apressada por toda a minha vagina, lambendo com vontade o meu clitóris. Fechei os olhos, me arrepiando toda, mordi meu lábio inferior com força, abafando gemidos de prazer.
Senti sua língua me invadir por completo, enquanto ele colocava os lábios em minha vagina, sugando-a e beijando com certa força. Coloquei minhas mãos nos seus ombros, cravando as unhas ali, apertando-o com força, libertando o meu lábio inferior dos meus dentes, soltei um gemido um pouco alto. Apoiei uma mão na pia e levei a outra até a sua nuca, pressionando sua cabeça contra mim, jogando minha cabeça para trás soltando um gemido de prazer, ao abrir meus olhos devagar e observei uma pessoa saindo da janela da casa ao lado, mas ignorei isso e voltei a fechar meus olhos e pressionar a cabeça de Chay contra minha vagina. Subi a minha mão até o seu cabelo, passando e entrelaçando dois dedos ali, puxei seu cabelo com certa força, afastando seu rosto do meu sexo, olhei para baixo, em direção ao seu rosto e sussurrei com a voz falhando de tesão: “Preciso te sentir...e agora”. Vi seu sorriso safado estampar em seu rosto de anjo, ficando ainda mais excitada. Ele se ergueu, ficando entre minhas pernas. Coloquei uma mão no seu peitoral, apertando com força com a ponta dos dedos, deslizando a mão até a sua barriga, arranhando-o com força, deslizei mais a mão até o seu pênis por cima da calça envolvendo minha mão ali, fechando-a com certa força por cima do mesmo. Sorri ao ouvir seu gemido de prazer no meu ouvido.
Levei a outra mão até o zíper da sua calça, abrindo-a com certa urgência e deixando a calça cair aos seus pés. Passei a ponta dos dedos no seu pênis por cima da cueca, o sentindo duro. Abaixo os olhos, olhando o volume que ali se encontrava. Abri um enorme sorriso, coloquei as mãos na lateral do seu corpo, puxando sua cueca para baixo, deixando-a cair como a calça, até os seus pés. Levei minha mão aberta até o seu pênis e a fechei em volta do mesmo, o apertando com certa força, mas delicadamente para não machucá-lo. Passei a ponta dos dedos por todo o seu pênis, o acariciando levemente, comecei a ensaiar leves movimentos de masturbação, acelerando os movimentos ao ouvir o seu sussurro: ”Isso já é tortura”...
Aproximei o rosto do seu pescoço, passando a língua ali, dando vários beijinhos, falei em voz baixa: “Então vem, vamos acabar com isso.”
Ele sorriu ao me ouvir, afastando seu corpo do meu, olhando-me atentamente com o olhar carregado de malícia, pegando a camisinha que havia caído ao meu lado quando estourou minha calcinha. Rasgou o pacote com a boca e a vestiu em si. Aproximou novamente seu corpo do meu, ficando entre minhas pernas. As envolvi em sua cintura, sentindo-o me penetrar com força, me fazendo soltar um gemido alto de prazer. Chay passou as mãos em minhas costas, me abraçando forte, pressionando o seu corpo contra o meu.
Fechei os olhos, levando as mãos até os seus ombros, apertando e acariciando-o. Senti seu pênis começar o movimento contra meu corpo com rapidez e certa força, fazendo meu corpo todo se agitar.
Aproximei os lábios da sua orelha, soltando vários gemidos baixos no seu ouvido, o sentindo ofegar de tesão. Encostei os seios no seu peitoral, pressionando mais os nossos corpos, levando meus lábios de encontro ao seu pescoço, dando vários beijos, deslizando a boca até o seu ombro, dando uma mordida ali com certa força. Chay colocou as mãos em minha cintura, apertando-a e movimentando seu corpo de encontro ao meu, fazendo-o me invadir com força.
Ele levou uma mão até o meu seio, o envolvendo em seus dedos e o apertando forte, acariciando o bico duro de prazer, o puxando devagar.
Coloquei minhas mãos no seu peitoral, apertando com a ponta dos dedos, cravei as unhas ali e arranhei com bastante força, deixando marcas em sua pele. Deslizei minhas mãos para sua barriga arranhando e apertando-a com mais força ao ouvir seus gemidos.
Coloquei minhas mãos para trás, em cima da pia, me apoiando. Chay segurou firme minhas coxas, afastando minhas pernas e as erguendo um pouco. senti ele penetrar com vontade, desejo e tesão, fazendo o meu corpo se mexer todo e meus seios balançarem.
Ele olhou meus seios a sua frente, balançarem sobre o meu corpo e abri um sorriso malicioso. Acompanhei o seu olhar, levando uma mão até o meu seio e o apertando com força, o segurando entre meus dedos. Chay começou a aumentar ainda mais o ritmo de seus movimentos, fazendo com que seu pênis me invadisse ainda com mais força, me arrancando suspiros e gemidos altos de prazer. Fechei os meus olhos, apertando-os com certa força, abri um pouco a boca puxando o ar e o soltando em seguida, em forma de um gemido alto de prazer, apertando mais o meu seio, esfregando a palma da mão no bico. coloquei minha outra mão no braço do Chay, cravando as unhas ali e apertando-o com toda a minha força, sentindo o meu orgasmo chegar. Chay tirou todo o seu pênis e o colocou novamente, o forçando no final, fazendo com que eu começasse a tremer levemente de prazer. Ele repetiu os movimentos com rapidez e força, então abri um pouco os olhos observando sua expressão exatamente como a minha : a boca entreaberta soltando gemidos, os olhos fechados com força e a cabeça inclinada para trás, observei por um momento todo o seu corpo lindo e sarado, se exaltando com o prazer que o meu lhe oferecia. Pensei por um breve minuto como é bom me entregar a ele cheia de vontade e ser correspondida a mesma altura. Voltei a realidade ao sentir seu pênis entrar com toda a força em mim, fazendo-o assim soltar um pouco do seu gozo. soltei um longo suspiro de prazer, voltando a fechar os olhos, afastei mais as pernas, facilitando ainda mais o nosso momento de êxtase. Senti meu corpo tremer ainda mais com as investidas do seu pênis na minha vagina, me levando ao orgasmo, gozei em seguida. Senti todo o gozo de Chay me invadir e sorri cansada, porém satisfeita, de prazer.
Passei meus braços em volta do seu corpo, o abraçando forte, ele correspondeu ao meu abraço, com a respiração ofegante. O apertei em mim, desejando prolongar por mais algum instante aquele momento. Relaxei o corpo em seguida, sentindo ele fazer o mesmo. Respirei fundo e levei os lábios ao seu peitoral, dando vários beijinhos ali. Ele sorriu com os meus beijos, passando a mão em meu cabelo, afastando-o do meu pescoço suado, inclinando o rosto sobre o meu, dando vários beijos, a procura dos meus lábios. Passei os lábios sobre os seus e dei um leve selinho, sorrindo abertamente para ele. Ele retribui o sorriso, afastando um pouco o seu corpo do meu, tirando o seu membro de dentro de mim. Chay começou a se trocar e eu fiz o mesmo, mas dando pequenas olhadas na janela da casa do lado. Tinha certeza que tinha visto um vulto.
Quando acabei de colocar minha blusa, senti os braços de Chay abraçarem minha cintura por trás.
- Meu break acabou, tenho que terminar de limpar a sua piscina. - Chay sussurrou em meu ouvido e deu leves beijinhos em meu pescoço. Virei meu rosto em sua direção e dei um selinho demorado nele. Então ele me soltou e se dirigiu até a borda da piscina e continuou o trabalho.
Me virei mais uma vez para a janela, de repente eu esteja vendo coisa, soltei um suspiro e voltei para dentro de casa.
Fui até a cozinha pegar uma garrafa d’água, voltei para sala, me deitei no sofá e comecei a assistir a algum episódio antigo de ‘The O.C’, mas depois de alguns minutos acabei adormecendo e só fui acordar quando senti um beijo no alto de minha cabeça. Esfreguei os olhos e vi um Chay olhando para mim todo sorridente.
- Nossa, te cansei tanto assim? - Chay falou maliciosamente.
- Ah... eu já tava cansada. - respondi, me sentando no sofá - Já vou pegar o seu dinheiro. - falei me levantando. Segui até o aparador que fica ao lado da porta de entrada, peguei o dinheiro que estava dentro da gaveta e ao me virar encontrei um Chay muito próximo de mim.
- Já tive o meu pagamento hoje. - ele falo colocando as suas mãos em minha cintura me prensando entre o aparador e o se corpo.
Sorri torto e coloquei mão na cós de sua calça o puxando para mais perto de mim, Chay não soltou de minha cintura, então eu fiquei nas pontas dos pés, fazendo com que ficássemos com os rostos na mesma altura, senti seus olhos olharem de minha boca para os meus olhos, coloquei uma das minhas mãos em sua nuca, entrelaçando meus dedos em seus cabelos.
Chay mordeu o lábio inferior e começou a vir em minha direção com os olhos fixos em meus lábios. Quando estavamos quase nos beijando, virei meu rosto e sentiChay beijar a minha bochecha, então falei ao pé de seu ouvido:
- Eu estou te pagando pelo serviço, não pela sua diversão. - coloquei o dinheiro em seu bolso da frente. Desentrelaçei minha outra mão de seu cabelo e voltei meu rosto dando um selinho rápido em Chay que dava um sorrisinho de lado, então me desvencilhei de suas mão. Chay soltou um suspiro e colocou as mãos no aparador a sua frente.
- Você me deixa louco. - ele falou mais para ele do que para mim.
- Não se preocupe, segunda eu vou mais cedo para a escola. - falei dando umas batidas nas costas dele, então abri a porta para que ele pudesse sair.
Chay soltou mais um suspiro e se virou para poder sair com um sorriso enorme nos lábios.
- Te vejo segunda, Luinha. - ele disse dando uma piscadela, soltei uma risadinha e fechei a porta assim que ele saiu. Voltei para o sofá e continuei a assistir Tv o resto da tarde.
Meus pais voltaram eram umas seis e meia, tinham ido visitar minha tia. Então eu subi e fui tomar um banho, a noite eu ia sair com o Rodrigo.
Demorei uns bons quarenta minutos. Saí e fui decidir que roupa colocar, iriamos a um pub da redondeza, todo mundo ia lá, quer dizer, todos os amigos do Rodrigoiam lá.
Decidi colocar um vestido preto de alcinha e uma sandália preta. Cabelos soltos com a franja de lado e uma maquiagem leve. Então sequei os meus cabelos e comecei a me trocar.
Eram sete e meia, estava acabando de me maquiar, até que meu celular começou a tocar. Era o Rodrigo ligando para avisar que já estava a caminho de casa.

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